Publicado: 02/05/2019

Tecnologia de ponta transforma gestão de SST - O Estado de S. Paulo

Participação no V Encontro Nacional de SST na Indústria da Construção saiu no Estado de S. Paulo (abril/2019)

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Equipe Centro de Inovação SESI

Equipe Centro de Inovação SESI

Conteúdo Especializado

O V Encontro Nacional de Segurança e Saúde do Trabalho na Indústria da Construção (saiba mais sobre o evento clicando aqui) foi tema do Caderno Especial ‘‘Construção do Futuro – Diálogo CBIC sobre Segurança e Saúde na Indústria da Construção’ do O Estado de S. Paulo, 24 abril 2019.

 

A participação de nossa colaboradora Franciele Boeng Mendes como painelista saiu na matéria “Tecnologia de ponta transforma gestão de SST - soluções inteligentes, como o Building Information Modeling (BIM), permitem a identificação de riscos durante a obra ou antes mesmo do início de sua execução”.

 

 

Veja os destaques:

 

“Mesmo que a revolução tecnológica seja uma realidade incontornável, ainda é vista com certa resistência na área de SST, o que não impede que tenha espaço largo para crescimento. ‘Na segurança do trabalho, atualmente a gente vê foco nos sistemas de gestão para auxiliar nos exames e treinamentos, gerando alertas. Isso ainda é pouco frente ao mercado que temos. Se compararmos a outros setores, temos muito a fazer’, avalia a engenheira Franciele Boeng Mendes, uma das painelistas.”

 

“Mendes destaca que a tecnologia serve para auxiliar os profissionais capacitados na tomada de decisões, não para substituí-los: ‘Muitas vezes a tecnologia é vista como algo que vai tomar o lugar de alguém. Quando você oferece tecnologia, às vezes o corpo técnico não quer, porque acha que vai substituir o seu trabalho, mas é para auxiliar. O profissional segue tendo o papel de tomar decisões inteligentes e preservar a vida de quem está ali’.”

 

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“A contribuição da tecnologia, portanto, é a identificação precisa de onde estão os riscos. ‘Nós pesquisamos e buscamos para o setor da construção um sistema que usa software e hardware para monitoramento de áreas de risco. Conhecendo os riscos mais comuns, permitimos o cruzamento das informações. Monitoramos os riscos no ambiente e cruzamos com os dados dos trabalhadores’, explicou Mendes.

 

“Buscamos novas formas de fazer treinamentos, saindo do convencional. Além de utilizar outros meios de capacitação, apostamos no uso de gamificação, realidade virtual, realidade aumentada. São ferramentas para que os trabalhadores se insiram no ambiente sem estar lá fisicamente” - Franciele Boeng Mendes, engenheira

 

Leia o conteúdo completo e os comentários de Thiago Yhudi Taho, coordenador dos centros de inovação SESI, e Renata Rezio, especialista em desenvolvimento industrial pelo SESI, no link do jornal ou através do Press Reader.